O Povo Brasileiro

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Darcy Ribeiro (1922-1997) foi um dos grandes intelectuais brasileiros. Dedicou seus primeiros anos de vida profissional ao estudo dos índios do Pantanal, do Brasil Central e da Amazônia. Neste período fundou o Museu do Índio e criou o Parque Indígena do Xingu. Escreveu uma vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena. Nos anos seguintes (1955) dedicou-se à educação primária e superior. Ajudou a criar a Universidade de Brasília (UNB) e foi Ministro da Educação, participando do governo João Goulart, que foi deposto pelo golpe civil-militar de 1964. Darcy seguiu para o exílio. Viveu em vários países da América Latina. Neste período escreveu os cinco volumes de seus Estudos de Antropologia da Civilização (“O Processo Civilizatório”, “As Américas e a Civilização”, “O Dilema da América Latina”, “Os Brasileiros: 1. Teoria do Brasil”, e “Os Índios e a Civilização”), que têm 96 edições em diversas línguas. Neles propõe uma teoria explicativa das causas do desenvolvimento desigual dos povos americanos. Publicou também romances. Na volta do exílio, nos anos 1980, foi secretário da Cultura e Coordenador do Programa de Educação no estado do Rio de Janeiro, com o encargo de implantar 500 CIEPs que eram grandes escolas de turno integral. Redigiu a LDB-educação de 1996. Colaborou na criação do Memorial da América Latina, edificado em São Paulo. Gravou um disco na série mexicana “Vozes da América” e mereceu títulos de Doutor Honoris Causa da Sorbonne e das Universidades de Montevidéu, Copenhague e da Venezuela Central.

O livro “O Povo Brasileiro: A Formação e o Sentido do Brasil” (1995) foi seu último livro que, de certa forma recapitula todas suas pesquisas e conclusões anteriores.

Segue abaixo link do livro de Darcy Ribeiro:

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Lista de obras literárias UFPR 2015-2016

Lista de Obras Literárias Indicadas UFPR 2015-2016
Lista de obras literárias indicadas para as questões de Literatura Brasileira

  • As questões de Literatura Brasileira versarão sobre as obras a seguir, selecionadas com o propósito de distinguir manifestações significativas no desenvolvimento de nosso processo literário;
  • Os textos serão abordados em função de seu momento cultural, sua situação na história da literatura brasileira e sua realização enquanto obra de arte literária;
  • Recomenda-se a leitura das obras integrais;
  • O conhecimento dessas obras supõe capacidade de análise e interpretação de textos, bem como o reconhecimento de aspectos próprios aos diferentes gêneros e modalidades que nelas se manifestam;
  • Entende-se que é necessário conhecer também o contexto histórico, social, cultural e estético que cerca a composição de cada obra;
  • Os candidatos poderão servir-se de qualquer versão integral das obras, independente da editora.

Observações:

1. As obras Os Dois ou o Inglês Maquinista, O Bom Crioulo e Várias Histórias estão disponíveis em:
http://www.dominiopublico.gov.br.

2. A edição do volume de poemas de Gregório de Matos que se encontra hoje nas livrarias é a seguinte: MATOS, Gregório de.Poemas escolhidos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. Seleção e Introdução de José Miguel Wisnik. Há edições anteriores desse livro, publicadas pela Editora Cultrix e pelo Círculo do Livro, que também podem ser consultadas. Como, além dessa, há muitas edições de obras de Gregório de Matos disponíveis em bibliotecas, uma outra opção pode ser a consulta à edição indicada, para ciência de quais são os poemas selecionados. Esses poemas poderão ser lidos, então, nas edições que estiverem ao alcance do candidato.

Vestibular UFPR: textos para 2ª fase de Ciências Sociais

Prova Específica de Sociologia 2015-2016
Lista de obras indicadas para a prova discursiva de Sociologia

MAIA, João Marcelo Ehlert; PEREIRA, Luis Fernando Almeida. Pensando com a sociologia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.

GIDDENS, A. & SUTTON Phillipe W. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2012.

LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

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MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia? São Paulo: Brasiliense, 2011. (Coleção Primeiros Passos)

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WEFFORT, Francisco. Os clássicos da política. São Paulo: Ática, 2006. v. 1 & 2.

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Recomenda-se a leitura de revistas, jornais e blogs informativos.

Vestibular PUC-PR: textos da prova de Filosofia

A Pontifícia Universidade Católica do Paraná divulgou as obras de Filosofia que serão cobradas no vestibular de verão de 2016. São elas:

    • HANS JONAS. O Princípio Responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. (Cap. 1). Rio de Janeiro: Contaponto, 2006.
    • PLATÃO. Apologia de Sócrates. (Coleção Os Pensadores)
    • ROUSSEAU, J-J. Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Coleção Os Pensadores. 2 ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978. Páginas 227 a 282.

    Mais informações pelo link: http://vestibular.pucpr.br/editais/#faq

Vestibular da UFPR: obras da prova específica de Filosofia

O núcleo de concursos da UFPR divulgou as obras da prova específica de Filosofia para o vestibular 2015/2016. São elas:

  1. HUME, D. “Da liberdade e necessidade“. Uma investigação sobre o entendimento humano, seção 8. In: Antologia de textos filosóficos. Secretaria de Estado da Educação do Paraná, 2009.
  2. KUHN, T. “A função do dogma na investigação científica“. In: DEUS, Jorge Dias (org). A crítica da ciência: sociologia e ideologia da ciência. Zahar, Rio de Janeiro, 1979. [Uma versão eletrônica (e modificada para fins didáticos) desse artigo está disponível na Biblioteca Digital da UFPR, com acesso em http://hdl.handle.net/1884/29751].
  3. HABERMAS, J. Fé e saber. Editora São Paulo: Unesp, 2013, pp. 1-26.

Mais informações:

http://www.nc.ufpr.br/concursos_institucionais/ufpr/ps2016/filosofia.htm

30/08/1988-29/04/2015: a história se repete

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“[…] todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. […] a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa” (MARX, K. 18 Brumário).

Segue vídeo a greve de 1988 quando o governador da época Álvaro Dias soltou a cavalaria na frente dos professores

Vídeo da violência policial a mando do governador Beto Richa e do secretário Fernando Francischini em 2015 no dia da votação do assalto à previdência dos servidores públicos estaduais realizado pela “bancada do camburão” a mando do governador.

FEIRA DE CURSOS 2015

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FEIRA DE CURSOS UFPR TERÁ OFICINAS SOBRE ESCOLHA PROFISSIONAL

Escolher uma carreira requer, entre outros fatores, reflexão e autoconhecimento. Assim, para auxiliar os jovens nesta decisão, a Feira de Cursos e Profissões da UFPR inclui, em sua programação, uma série de oficinas sobre escolha profissional. A atividade ocorrerá durante todos os dias do evento – de 20 a 23 de agosto.

Acesse: Feira de Cursos UFPR

Fotos do ato de lançamento da revista 29/04

O projeto Aletheia (desenvolvido pelos professores de sociologia e filosofia do CEP) lançou no dia 29/07 uma revista digital e impressa com depoimentos e fotos do massacre de 29/04. O evento iniciou no intervalo. A exposição de fotos “29 de abril: jamais esqueceremos!” nos corredores do CEP também foi organizada.

Com o salão nobre cheio, tomaram a palavra a coordenadora de sociologia Eliana Maria dos Santos, o coordenador de filosofia Leonardo Camargo, o professor Affonso Cardoso de sociologia, um dos feridos no dia 29/04, o editor do Projeto Aletheia, professor de filosofia Dirlô Saldanha, e os dirigentes da APP-Sindicato, o presidente Hermes Leão, Marlei Fernandes e Fabiano Stoiev.

O editor do projeto Aletheia, professor Dirlô, destacou a importância do uso das novas tecnologias na educação ao apresentar as ferramentas Blog e Revista Digital. A coordenadora de sociologia Eliana Maria destacou a importância da atividades interdisciplinares nas quais o projeto Aletheia está a disposição.

O professor Affonso Cardoso, de sociologia, destacou o conluio existente entre os três poderes (executivo, legislativo e judiciário) no assalto à previdência e como todos os membros do governo do Estado, seja os que participaram diretamente, seja os que se calaram, são coniventes com o ocorrido no dia 29/04.

Os representantes da APP Hermes e Marlei destacaram a violação do Estado de direito, a ilegitimidade da sessão, o ponto de vista da luta de classes na análise do ocorrido e fizeram comparações com o 30/08/1988 quando, naquela época, os meios de registros eram menores e a maioria dos registros foram confiscados pela polícia.

O representante do GECEP, o aluno Felipe Perez destacou a importância da participação estudantil e como, daqui a alguns anos, os futuros alunos do CEP devem saber que a luta dos alunos que estiveram presentes no dia 29/04, também será a luta deles.

Ao final, ocorreu uma breve confraternização ente os presentes! 29/04: jamais esqueceremos!

29/07/2015.

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O que acontece na Grécia?

Entrevista de Maria Lucia Fatorelli que ajudou a coordenar a auditoria da dúvida pública na Grécia finalizada em 18/06/15. Desde 2010 Grécia recebe “empréstimos” em forma de papéis (não em dinheiro!) de empresa privada com sede em Luxemburgo da qual países europeus são sócios e tem que pagar juros exorbitantes para essa empresa. Esses contratos formulados pela “Troika” (Banco Central Europeu, União Europeia e o FMI) foram desvelados pela auditoria organizada por Fatorelli! Essa dívida é ilegal!
A dita empresa foi criada para se salvar os bancos privados em crise repassando “papéis podres” como se fossem empréstimos a países como a Grécia. A Grécia teve como “tarefa” o retorno em bilhões do orçamento público e cortes de direitos sociais e trabalhistas do povo grego.
Esse é o capitalismo na sua fase apodrecida, especulativa, parasitária!

18 razões para sermos contra a redução da maioridade penal

As 18 Razões CONTRA a Redução da Maioridade Penal

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1°. Porque já responsabilizamos adolescentes em ato infracional

A partir dos 12 anos, qualquer adolescente é responsabilizado pelo ato cometido contra a lei. Essa responsabilização, executada por meio de medidas socioeducativas previstas no ECA, têm o objetivo de ajudá-lo a  recomeçar e a prepará-lo para uma vida adulta de acordo com o socialmente estabelecido. É parte do seu processo de aprendizagem que ele não volte a repetir o ato infracional.

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